TAYNÁ BANDEIRA
O documentário "Assexuais" trouxe para mim o conhecimento de um tema que eu nem sabia a existência. Mais do que isso: eu aprendi que realmente nós não sabemos de nada e que ainda existe muita coisa nessa vida para a gente descobrir. Através das entrevistas realizadas para esse site e para o documentário, eu pude ver como não devia existir essa de heteronormatividade. Você é o que é, pronto e acabou. Não deve nada a ninguém. Ainda temos muitas barreiras para superar, mas ter a oportunidade de contribuir com a divulgação desse tema foi um grande presente pra mim. Esse assunto tem que rodar o mundo, as pessoas precisam saber dele. Espero que com o doc e com o site, eu possa ajudar a espalhar um pouquinho de informação sobre esse mundo rico e cheio de aprendizados que é a assexualidade.
CECILIA DAMM
Eu descobri a assexualidade durante o curso de jornalismo, e desde que eu comecei a ler e me aprofundar no assunto, eu coloquei na cabeça que tinha que usar esse tema em algum trabalho. Eu tinha que falar sobre isso. Eu tinha que mostrar isso. A proposta do documentário caiu como uma luva. Que maneira melhor de dar visibilidade ao assunto do que convidando pessoas com vivência nele pra falarem de suas experiências? Acho que fizemos um bom trabalho. Introdutório, mas bom. Minha principal motivação era mostrar pras pessoas que assexuais existem, sim; existimos, estamos aqui e nossa orientação sexual merece ser validada e respeitada como todas as outras. É possível que o documentário levante mais perguntas do que as responda. Espero que sim. Se cada pessoa que assistir a esse trabalho parar um minutinho do seu dia pra pensar um pouco além da própria vivência, já dá pra considerar a missão como cumprida.

